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Review: Motorola S9-HD

outubro 15, 2010

Ja faz um tempo que eu tenho vivido meio que uma guerra contra fios, a tendencia natural da evolução da tecnologia é que estes cabos que nos perseguem tanto ultimamente vão desaparecer, a maioria dos meus periféricos já usa tecnologia sem fios: Magic Mouse (bluetooth), Macbook (wifi-bluetooth), e minha mais recente aquisição (comprei hoje!!!) Motorola S9-HD.

Este fone Bluetooth da Motorola é um desejo de consumo que eu sempre tive desde que comprei o iPhone. A qualidade do som é impecável (muito melhor do que a dos fones que acompanham os iDevices da Apple), possui a capacidade de reproduzir audio em 3D e todos os controles para que você não precise tocar no seu celular/iPod touch/iPhone/iPad depois de pareá-lo com os fones. O design intra auricular além de obstruir bastante sons externos é bem confortável. Pode ser estranho de acostumar no começo, mas rapidamente você nem percebe que ele está lá.

O microfone para ligações é impecável, as pessoas nem percebem que você está usando um fone de ouvido, ele exclui ruídos e melhora a voz. Para minha surpresa, ele funciona inclusive com os comandos de voz do iPhone. Como vocês podem ver, eu comprei na cor Branca/azul (mania de Apple) mas ele está disponível também nas cores Preta/grafite. A bateria dura cerca de 6 horas de audio direto,  200horas em Stand by, e demora aproximadamente 1,5horas para carregar.

O preço do Motorola S9-HD nas lojas é de cerca de R$300, é um preço caro, por isso eu comprei pelo Mercado Livre, por cerca de 1/3 do preço, recomendo este vendedor de quem eu comprei, peguei diretamente em mãos com ele ali em Copacabana, mas ele envia para todo o Brasil. Vem na caixa direitinho, com o carregador, instruções, e borrachinhas extras. Vale a pena, com certeza, recomendo a todos os nossos leitores. ;)

by Lázaro

*não, eu não estou recebendo nenhum tipo de comissão por este Post. Coloquei as informações do vendedor apenas para facilitar a vida de quem quiser comprar. *
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Sobre a guerra, a paz e a cultura

outubro 6, 2010

Diariamente, surgem nos meios de comunicação notícias sobre conflitos internacionais. Árabes contra israelenses, insurgências de minorias étnicas na China, Rússia, África. Com o fim das tensões entre capitalistas e socialistas, acreditava-se em um mundo mais pacífico. Mas não é isso que se vê. José Saramago, escritor, crítico, comunista, combatente, intelectual, Nobel (são muitos os qualitativos que se enquadram em seu perfil) escreveu um artigo que compreende exatamente essa realidade atual. Confira e aproveite a leitura!

Sobre a guerra, a paz e a cultura

“Todos sabemos, quer por experiência directa quer por informação do que em terra alheia se passa, como se fazem mobilizações para a guerra. Após a criação prévia, ou oportuna exacerbação, do indispensável foco de conflito, começa a decorrer o processo mobilizador das consciências, invariavelmente entre apelos ao patriotismo elementar, invocações de autênticas ou supostas glórias pretéritas, desfiles cívicos e militares, parangonas de jornais, hinos, discursos, imagens multiplicadas, sons atroadores, e, enfim, com a frieza irrecusável das fórmulas burocráticas, o edital afixado nos lugares públicos e a convocatória que se recebe em casa. Ainda mal foi disparado o primeiro tiro, e esta guerra, conforme os casos, já é santa, já é justa, já é necessária, quando não acumula todos esses atributos e outros que igualmente a justifiquem. Ao longo dos séculos, a arte de mobilizar para a guerra aperfeiçoou métodos e técnicas, com vista a equilibrar, reciprocamente, as potências, a autoridade compulsiva dos governos e a subtileza das múltiplas determinantes que condicionam os comportamentos colectivos e individuais. A arte de persuadir e convencer tem na mobilização bélica uma das suas mais acabadas expressões.

E a paz? A paz, em geral, não anda acompanhada de adjectivos. Mas ninguém ignora que muitas vezes a dizem paz armada, o que, obviamente, significa, não já paz, mas deliberada disposição para a guerra. E quando se tornou incómoda para as sofreguidões e impaciências dos que a detestam, então ainda pode ser chamada doutra maneira: é a paz podre, trágico paradoxo linguístico que pretende apresentar como imobilidade, morte e putrefacção aquela mesma paz que é, verdadeiramente, a condição da vida.

Estas duas simples verificações acabam por conduzir-nos ao plano da cultura, aqui entendida como situação do homem e sua relação com o mundo e com a sociedade nacional a que pertença. Culturalmente, temos de reconhecê-lo, os homens são facilmente mobilizáveis para a guerra e dificilmente mobilizáveis para a paz. Eis uma evidência que deveria constituir, a Humanidade sempre considerou, ou foi levada a considerar, a guerra como o mais eficaz meio de resolução dos conflitos, e sempre os governantes se serviram dos breves intervalos de paz para a preparação da guerra que há-de vir. Mas foi sempre em nome duma paz futura que se declaram todas as guerras. É sempre para que amanhã vivam pacificamente os filhos que hoje são sacrificados os pais.

Isto se diz, isto se faz acreditar e acredita, porque se sabe que o homem, embora historicamente educado para a guerra, transporta no seu espírito um perene, ainda que confuso, anseio de paz. O homem intui, derradeiramente, que o que lhe confere humanidade não é o progresso ou o desenvolvimento científico e técnico, mas sim o desejo de paz. Daí que a paz seja usada como meio de chantagem moral por aqueles que têm interesse na guerra: ninguém ousaria confessar que faz a guerra pela guerra, afirma-se, sim, que se faz a guerra pela paz. Por isso, e só por isso, todos os dias e em todas as partes do mundo continua a ser possível partirem homens para a guerra, continua a ser possível ir e lá destruí-los em suas próprias casas.

Falei de cultura, e talvez pareça que o fiz fora de propósito. Serei porventura mais claro falando de revolução cultural. Revolução cultural é uma expressão fatigada, consumida de contradições, perdida em projectos que a desnaturam, desgastada em aventuras cuja indiscutível generosidade veio a servir interesses que radicalmente lhe eram contrários. Sem dúvida não foram vãs essas agitações, abriram-se espaços, alargaram-se entendimentos. Mas é tempo de reconhecer e proclamar que a única revolução cultural realmente merecedora de tal nome será a revolução da paz, aquela que transformará o homem treinado para a guerra em homem educado para a paz e a quem a paz educou. Essa, sim, será a grande revolução mental, portanto, cultural, da Humanidade. Este será, de facto, e em tudo, o homem novo.

Por de mais temos visto que abundam os governos que não defendem a paz. Cabe portanto aos governados prepará-la. É talvez uma utopia que fará sorrir os cépticos e os que, servindo os senhores da guerra, não pensam em mais que servirem-se a si próprios. São esses que, chegada a hora, nos mobilizam para a guerra e contra a paz, para a guerra e contra a cultura, para a guerra e contra a cooperação dos povos. Que faremos, então? Mobilizemo-nos todos para a luta pela paz.

É certo que há uma terrível desigualdade entre as forças materiais que proclamam a necessidade da guerra e as forças morais que defendem o direito à paz, mas é também certo que nada, em toda a História, pôde vencer a vontade dos homens, excepto a vontade doutros homens. Não é com forças de transcendência que temos de confrontar-nos, mas sim, e apenas, com outros homens. Trata-se, então, de tornar mais forte a vontade de paz que a vontade de guerra. Trata-se de entrar em mobilização geral para a luta pela paz: é a vida da Humanidade que estaremos defendendo, esta de hoje, e a de amanhã, que talvez se perca se não começarmos a defendê-la agora mesmo. A Humanidade não é uma abstracção retórica, é carne sofredora e espírito ansioso, e é também uma esperança inesgotável. A paz é possível. Mobilizemo-nos para ela.”

by Michelle

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HeyWire – A salvação do SMS

setembro 27, 2010

Se tem uma coisa que me irrita muito no meu celular Claro Empresa, é que ele está bloqueado para o envio de SMS/Torpedo/MMS, e quem pode desbloquear essa função é só meu pai (dono da conta, que tomou essa decisão depois que uma de minhas contas veio com mais de R$100 em mensagens, shame on me). Hoje descobri o HeyWire, um serviço q permite que você envie SMS para 114 países (mais de 300 operadoras suportadas).O serviço é COMPLETAMENTE GRATUITO, e muito simples de usar. Você faz o seu cadastro pelo site da HeyWire, somente email e alguns dados pessoais (sexo, idade.) são requeridos, e no instante, recebe um Número que seus amigos vão ver, e poder responder suas mensagens. O serviço também inclui um App para iPhones/iPod Touch/iPad , blackberry e Android, o que torna a coisa ainda mais mobile, pois vc pode enviar mensagens de qualquer lugar, e se um de seus contatos usa o serviço, a mensagem chega via Push diretamente no aparelho. Caso contrário, seu contato receberá a mensagem normalmente em seu celular.

As principais operadoras brasileiras são suportadas (Oi, Claro, Vivo, TIM e Nextel), para enviar basta colocar o codigo do país+codigo de area+numero (ex do brasil: +55xx********). A mensagem chega com um delay de aproximadamente 3minutos, por se tratar de um envio internacional (para EUA e Canadá é considerado nacional) e é totalmente gratuito. Vale à pena experimentar.

by Lázaro

[via MacMagazine]
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Essa Era do 30 Seconds to Mars

setembro 13, 2010

Fiquei indignado. Fala Sério, Kings and Queens tinha uma Produção bem melhor que Bad Romance.

Como xingar muito no Twitter é para os fãs de Restart, e eu não me enquadro nessa graças a Deus, fico aqui com minha indignação e uma pergunta pra Mss. Gaga. Poxa Gaga, você já tinha ganho 7 VMAs custava ter deixado o de Video do Ano pro pessoal do 30STM? Vai querer uma Sacola pra carregar todos os seu prêmios?

PS: Deixo claro, que não tenho nada contra Lady Gaga, confesso que até tenho umas musicas delas na minha Library. Mas 8 prêmios é exagero.

PS2: as postagens tão meio irregulares no blog né? Pois é, tá todo mundo meio ocupado esse ano… Mudei pro Rio, cursinho tá apertado.

by Lázao

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Voto consciente

setembro 4, 2010

Faltam poucos dias para a eleição, mas será que estamos mesmo preparados para escolher nossos representantes?

A palavra “voto” vem do latim “voluntas” e significa vontade. É a designação mais apropriada para essa ação, pois o voto representa a vontade individual do cidadão em torno do país que ele deseja construir. Votar significa escolher alguém para controlar o poder político em qualquer instância e definir os caminhos que serão tomados pela nação.

Por representar um avanço muito importante no processo político, a escolha do representante deve ser feita de forma segura e consciente. Primeiramente, é fundamental conhecer a função de cada alçada de poder e se informar sobre os deveres de cada cargo político. Outro momento importante dessa escolha é avaliar o programa de governo e a história e evolução na política do aspirante ao cargo. É relevante, também, se informar sobre sua base de apoio, sobre os financiadores de sua campanha e sobre a ideologia do seu partido. Com essas informações, o eleitor entende quais são os limites das promessas dos candidatos e como ele pode atuar em benefício da sociedade.

O voto é um instrumento que, apesar de representar uma escolha individual, deve ser efetivado considerando toda a nação. Por esse motivo, optar por candidatos que prometem recompensas, compram votos ou oferecem vantagens não é votar de forma consciente. Um candidato que é capaz de corromper a lei eleitoral para chegar ao poder, também é capaz de se valer de práticas ilícitas ao ocupar o cargo que pretende.

No entanto, é importante ressaltar que a responsabilidade do eleitor não acaba nas urnas, mas se estende por todo o mandato. A fiscalização dos gastos públicos, das medidas que estão ou não sendo tomadas, as denúncias de corrupção são ações de tanta importância quanto o ato do voto no dia das eleições.    

O voto é um direito que demandou muitas lutas e revoltas no passado político do Brasil para que fosse garantido a todos. Por ser uma conquista social tão importante, ele não deve ser desperdiçado. Se a população brasileira se encontra em um estágio de descrença na política da ordem atual, é porque não valorizou o seu papel na escolha dos candidatos. Se interessar por política é se interessar pela própria sociedade em que vive. As justificativas de que “políticos são todos iguais” e “não gosto de política” não acarretarão as melhoras sociais que tanto se exige, pois aqueles que não gostam de política são governados por aqueles que gostam.

by Michelle (sim, voltei!)

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Customizados

abril 10, 2010

Povo, perdão. Eu ia fazer um post sobre os “n” trabalhos que devem estar caindo da mesa de Robert Pattinsom, mas achei algo muito mais interessante. Não que ele não seja interessante, mas enfim…


Os meus caros colegas de blog sabem o quanto eu gosto de objetos customizados, não só gosto de ter como de fazer. Hoje eu achei essa lojinha alemã que é uma fofura! A Bobsmade é especializada em customização, você escolhe a peça que quer personalizar, dá umas dicas do que gosta e espera pelo resultado. Os desenhos são feitos à mão com tinta acrilica e canetas impermeáveis, e a artista garante não repetir as obras.

O estilo é bem urbano, com umas misturas de toy art, hip hop e street fashion, e eles importam pro Brasil!!!! Ebaaa!

Os objetos vão de óculos a tênis, passando por relógios, camisetas e fones. Além disso ainda tem tutoriais mostrando como ela trabalha.

Precisa falar mais? http://www.bobsmade.com/

Quem quiser fazer uma menina feliz, pode despachar um oculos desses direto pro meu apartamento!

Achado em: http://pinkvader.com/

by Losqui

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Apple Libera Acesso à iPad App Store pelo iTunes

abril 1, 2010

Quem quizer já pode ir garantindo os apps que vão ser sincronizados com o iPad pela app Store. A Apple acabou de liberar o acesso a esta área da loja de aplicativos:

É bom estar à toa pra poder navegar sem se preucupar, pois são muitos os aplicativos na loja. para acessá-la clique aqui.

by Lázaro
[via MacMagazine]
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Bomba: Apple Adianta Vendas do iPad e Anuncia novo iPhone [Atualizado]

abril 1, 2010

Por essa ninguém esperava. A Apple começou a vender o iPad hoje nos EUA, a venda estava prevista para começar neste sábado, mas aparentemente deu a louca no pessoal de Cupertino.

A melhor parte, com isso eles anunciaram hoje o novo modelo do celular mais desejado do Mundo, iPhone HD. Ele será lançado mundialmente no dia 22 de Junho e trará muitas novidades.De volta com o glamouroso corpo em alumínio, o iPhone HD faz uso da construção Unibody, agora aplicada em praticamente todos os seus produtos, deixando ele ainda mais fino. A tela OLED, agora em alta resolução (960X640 pixels) está ainda mais brilhante, e é perfeita para assistir filmes e rodar os aplicativos. A grande novidade é o fato de poder realizar video-chamadas com a câmera frontal de  2mpx; A câmera traseira (principal) sofreu um pequeno update e agora tem resolução de 5mpx.

O Novo iPhone HD estaraá disponível a partir de 22 de Junho, com capacidade de 32GB por US$199, e 64GB por US$299. O modelo 3GS de 16GB continuará à venda por US$99.

[Atualização]

A Apple acabou de lançar o site oficial do novo iPhone, porém ele ainda não está acessível pelo apple.com, mas você pode acessá-lo e ver todos os detalhes do mais novo lançamento da Apple aqui.

by Lázaro

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Meus não CD’s

março 29, 2010

Cara, eu não tenho uma coleção de CDs. Se eu tenho uma frustração na minha vida é não ter uma coleção de CDs. Claro que eu tenho muitas outras frustrações, mas essa é uma grande frustração.

Um dos grandes pontos positivos da internet é a facilidade com que podemos aquirir “cultura” e isso inclui música, é claro. É, eu sei que parece meio clichê. Inteiramente clichê. Mas eu me pergunto o que que eu vou mostrar por meus filhos daqui a alguns (de preferência muitos ) anos. Cresci mexendo nos vinis da minha mãe, dos meus tios, e isso formou quase todo o meu conceito sobre musica hoje, aquela sensação de ligar o aparelho, acompanhar a letra na capa, ou no encarte, o romantismo de ter algo concreto pra escutar, é tão bom!

A explosão de grandes, poucos e bons artistas também deveria ser algo muito bacana. Comentar sobre o CD de determinado artista com um grupo de amigos e saber que eles o conheciam, mesmo que superficialmente. Tem tanta coisa acontecendo hoje que as pessoas se perdem, e eu me sinto muito, mas muito empolgada quando vejo alguém, mesmo que só pela internet que escuta o mesmo que eu. Ao mesmo tempo pra alguém fazer um sucesso explosivo hoje tem que ter muito mais que boa música. Se bem que para tal boa música passa até a ser algo secundário, uma grande e teatral apresentação, a todo o instante já fazem o serviço quase completo. Afinal, boa música é só procurar e todo mundo já fez um pouco.

Por falar em boa música, eu tenho muito medo mesmo de ser chata. Tenho a impressão que tudo que está em voga hoje é ruim, salvo algumas exceções, claro. Mas no geral as bandas são terríveis, brasileiras, americanas, britânicas ou finlandesas ( acho que não conheço nenhuma banda finlandesa…). Mas, e se o que eu escuto de ontem e acho legal, ontem fosse tão ruim quanto o que eu escuto hoje e acho ruim? Será que Cine vai virar rock clássico brasileiro, junto com NxZero, Fresno…? Espero encarecidamente que não. Se bem que Green Day já tem esse status, e ainda assim não é tão bom. Caímos novamente nos CDs, se eu tivesse CDs teria futuramente algo bom pra mostrar, ou simplesmente relembrar.

Quando eu sair de casa e for morar com outras pessoas, nas horas de mudar novamente também não vai ter aquela história de separar CDs, e eu sempre achei isso legal, as brigas de casais nos filmes pelos discos e tal.

Sim, eu admito todos os pontos positivos da internet, e é por gostar tanto deles que eu reclamo. Talvez se eu não fosse tão pão dura, ou se os CDs fossem mais baratos eu tivesse uma coleção de CDs. Talvez quando eu começar a receber meu salário eu comece minha coleção de CDs. Talvez eu esqueça esse romantismo barato e pense mais em coisas mais importantes como a paz mundial, “a vida, o universo e tudo mais”…

by Losqui

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Manias de banheiro

março 27, 2010

Existe algo mais chato que o banheiro? Sim, existe, mas no momento eu quero falar sobre o banheiro, então a resposta deve ser “não” só pra deixar a historinha mais interessante. Eu simplesmente não entendo a complexidade do banheiro na minha vida, e isso me irrita muito. Muito mesmo.

Me irrita o fato de eu entrar pra escovar os dentes olhar pro vaso e vê-lo de olhos abertos (metáfora, quer dizer que ele está com a tampa levantada), olhando pra mim com aquela cara de “cuidado, você pode deixar sua escova escorregar e cair em mim” isso é muito irritante, ou então, se eu estou na pia, olhando pro espelho, e minha mãe TEM que dar a descarga no vaso com a tampa levantada… Mãe, por favor, espera eu sair do banheiro pra você entrar.

Pode parecer paranoia, mas quando eu passo em frente ao banheiro eu entro e dou uma conferida se está tudo em ordem, se a pia ta limpa, se tem cabelo no chão, se o vaso ta “descargado” (ficou feia essa), e quase sempre dou uma descargazinha só pra me sentir mais feliz e dá resultado, uma sensação de, sei lá, de que eu dei mais uma descarga.

É assim também quando eu saio do vazo; uma descarga na hora, saio do banheiro e volto antes mesmo de descer o primeiro degrau pra dar mais uma descarga e conferir se foi tudo embora. Ambientalistas, por favor não me critiquem, eu compenso desligando o chuveiro pra passar shampoo, meu banho é rápido e normalmente com agua fria. Eu tenho consciência da agua que eu gasto a mais pra me sentir melhor, e quase nunca passo pano na casa porque depois tem que lavar o pano e isso gasta mais agua…Enfim.

O chuveiro também me incomoda. Eu nunca me lembro de tirar o cabelo do ralo, ai no próximo banho eu piso neles, e já ta tudo molhado de novo, e aqueles fiozinhos irritantes no meu pé… Lá vou eu de novo, com o papel na mão pra tirar aquilo do ralo, todo dia, todo banho.

Mas não se enganem, eu não gosto de limpar banheiro nem tenho mania de limpeza, convivo bem até demais com a sujeira e bagunça. Se precisar que eu limpe banheiro eu limpo, mas não me chamem para isso, por favor. E sim, eu acabei de sair do banheiro quando comecei a fazer esse post. Se bem que isso parece mais um desabafo que um post. Sendo um desabafo eu sinto que meus conceitos e “manias” com relação ao banheiro não mudaram, e nem me sinto melhor com relação a nada (porque as pessoas insistem que desabafos ajudam?).

Já que eu comecei a mudar de assunto vou me despedir de uma vez, antes que nada disso faça mais sentido. Se bem que eu tenho minhas dúvidas quanto ao sentido disso.

Tá, tchau.

PS: Caso você tenha achado esse post meio nojentinho, deixe sua reclamação em algum lugar, de preferência longe de mim. Ou simplesmente deixe de ser fresco.

by Losqui

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