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Ah! O Futuro…

fevereiro 10, 2010

vi aqui ó Capinaremos

by Lalá

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A Nova Sensação da Música Brasileira

janeiro 7, 2010
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Coisas Que Aprendi Com a Turma da Mônica

janeiro 4, 2010

- Se um cachorro é muito peludo, não é possível diferenciar sua cabeça do seu rabo.

- É comum encontrarmos poços de desejos por aí.

- O nome não faz a coisa nomeada. Ou seja, chamar um plano de infalível não garante sua eficácia.

- É possível ser o dono da rua, mesmo que este conceito não esteja exatamente claro.

- Ser o dono da rua é um grande objetivo de vida.

- “Giselda” é um bom nome para galinhas.

- Um bicho de pelúcia pode tornar-se uma arma poderosa.

- Quando você não toma banho, você fica com tracinhos na bochecha.

- Dedos do pé não são necessários. Sapatos também não.

- Uma pedra pode ser uma boa companhia de conversa.

- Homens e dinossauros coexistiram.

- Uniformes redondos são a última moda no espaço.

- Grama é uma ótima forma de pavimentação.

- Não é bom interromper um cientista com frasquinhos nas mãos.

by Lalá @LalaAlbu

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Escreva Grande!

dezembro 28, 2009

Muitas e muitas pessoas o fazem com facilidade. Escrever textos grandes para elas é simples, natural. Dentre os milhares de blogs espalhados por aí, é possível achar vários que possuem em suas páginas verdadeiras dissertações, textos enormes e bem escritos, que com certeza exigiram paciência e tempo de seus autores. Os blogueiros (alguns) liberam a sua verborragia na tela do computador, utilizam da liberdade de expressão e se expressam para o mundo. Escrevem posts grandes com a mesma freqüência que o Globo.com noticia um fato extremamente irrelevante sobre um ex-bbb.

Mas eu não sei como eles fazem isso. Escrever um post, uma redação ou uma frase de 140 caracteres é tarefa muito difícil.  Dá sono e preguiça só de pensar.

É preciso escolher o tema, talvez fazer alguma pesquisa, formular o texto, formatar o texto, adicionar a imagem, colocar os links e as fontes e, ainda por cima, tem que criar o título. E depois tem que revisar o texto e fazer mil alterações até que esteja do jeito que queremos que esteja. Além disso tudo,  tem que acompanhar os comentários. Aqui no Os Impublicáveis os comentários são tantos que estamos pensando em contratar alguém só para responder um a um.

Muitas pessoas escrevem posts grandes com facilidade. E nem digo dos que recebem incentivo financeiro para isso. Falo daqueles que escrevem por escrever, talvez pela paixão ou pelo tédio. Superam o sono e a preguiça e se entregam ao árduo trabalho quase que diariamente e de graça.  Blogam com dedicação e assim fazem dos seus sites verdadeiros antros poéticos, cheios de opiniões e de informações.

O que eu acho mais engraçado é que enquanto eu pago pau pra essas pessoas, tem gente que reclama delas. Dizem que é tudo uma perda de tempo e que não querem ler um livro, estão interessados em um vídeo que carregue rápido ou uma imagem auto-explicativa. É até compreensível o estresse e a impaciência. Ora, seria inútil tentar ler tudo e absorver tudo que vemos pela frente. Se achamos que algo não merece nossa atenção, passamos pra página seguinte. Seleção é importante. Mas daí começar a falar que textos grandes (não só em blogs, mas em todos os meios de comunicação) indicam falta de objetividade é um grande crime contra a humanidade.

Quando foi que nos tornamos tão avessos às palavras? Eu dou pouco crédito aos saudosistas que ficam repetindo que no tempo deles tudo era melhor. Mas será que, no quesito leitura e escrita, talvez estejamos realmente regredindo? Nos acostumamos com os resumos da Wikipédia, com as frases rápidas do Msn, com olhar somente as manchetes e as legendas das fotos?

Eu faço parte da geração que desfruta da rapidez na comunicação, e adoro tudo que ela me proporciona, toda as vantagens e inovações que ela traz. Eu mesma, por força do hábito, evito leituras extensas demais. E achei a prova do Enem a coisa mais ridícula com todos aquelas questões cheias de textos desnecessários. Mas no momento em que eu estou escrevendo esse post, por algum motivo que desconheço, sinto saudades de um tempo que não vivi. Ainda bem que existem os saudosistas para me lembrar da época das cartas longas, dos parágrafos numerosos e das letras incontáveis.

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- Na verdade quem mais comenta aqui somos nós mesmos, os próprios autores, em solidariedade pela dedicação um do outro. Mas se alguém quiser se candidatar ao emprego, entre em contato.

- Relendo o que escrevi me achei uma velha chata. Dá um desconto, todo mundo tem seus dias de chatice idosa. Uns mais que os outros.

by Lalá @LalaAlbu

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Enxurrada de Links III

dezembro 27, 2009

Aproveitem!

- 13 anomalias raras e estranhas da medicina

- Tirinhas Históricas

- Joguinho: Cyclo Maniacs

-A história dos símbolos dos estúdios de Hollywood

- Coma com os olhos – o marketing na comida

- Dicas de livros essenciais para serem lidos por idade

by Lalá @LalaAlbu

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Tira e Posta 11

dezembro 11, 2009

Uma pequena seleção de charges e tirinhas variadas.

by Lalá @LalaAlbu

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Aja Agora – Mude o Futuro

dezembro 8, 2009

A Conferência das Nações Unidas Sobre o Clima (COP 15) começou ontem e a discussão já está acalorada (Rá!) entre os líderes mundiais.  Além da redução da emissão de carbono, outro assunto quente (irresistível) é a preservação da Amazônia, que interessa em especial a nós, brasileiros. Nos próximos dez dias haverá negociações e debates sobre as melhores medidas a serem tomadas em prol da humanidade.

O clima (tá bom, parei.) na conferência  é de tensão, no qual céticos e ambientalistas, países desenvolvidos e sub-desenvolivdos, protagonistas e nós, meros espectadores, lidamos com as severas incertezas quanto ao futuro.Várias manifestações já ocorreram pelo planeta devido a Cop 15, um deles foi a divulgação de um editorial em jornais, sites e blogs no mundo fazendo apelo aos países ricos para que se comprometam a fazer cortes profundos para reduzir a emissão de gases. O texto foi impresso em alguns dos principais periódicos do mundo, como o Le Monde, da França, o El País, da Espanha, o Novaya Gazeta, da Rússia, o Toronto Star, do Canadá, os chineses Economic Observer e Southern Metropolitan, e o indiano The Hindu.

O Greenpeace, juntamente com a Tck Tck Tck,  apresenta também uma campanha forte exibindo outdoors com os principais chefes de Estado já envelhecidos, pedindo desculpas por não terem impedido a catástrofe climática. As fotos foram instaladas em Copenhague perto do aeroporto, e o Lula está em um deles. O tema da campanha é “Aja Agora – Mude o Futuro”

by Lalá @LalaAlbu

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Paciência com os Blockbusters

dezembro 5, 2009

Cinema, hoje, é uma das mais populares, acessíveis, democráticas, sortidas e legais formas de entretenimento. Mesmo que muitos filmes ultrapassem esse objetivo inicial, o de entreter, adquirindo um caráter engajado ou informativo, a película nada mais é do que uma confortável fuga da realidade, onde podemos escapar de nossas vidas e assistir um pouco da vida de outro, e nos divertir e nos emocionarmos com ela. Se no final isso nos trouxer reflexão, conhecimento ou até mesmo um efeito contrário do esperado – onde a fuga se torna uma incursão pela realidade que nos cerca e tentamos ignorar – ótimo. Se não, o filme tem que ser, de alguma forma, recreativo o suficiente para ao menos valer o ingresso.

A bilionária indústria cinematográfica, em destaque a hollywoodiana, se esforça em produzir filmes que tenham um apelo que supere o preço da entrada e derrama anualmente dezenas de títulos descompromissados, que fazem dos efeitos especiais sua principal arma e que geram, normalmente, lucros altíssimos. São os famosos blockbusters, sucessos de bilheteria com forte apelo comercial e marketeiro, ultrapassando as paredes da sala de cinema para se tornar um ícone rentável no capitalismo – como em surpresinhas do Mc Donald’s. O termo acabou adquirindo um teor um tanto pejorativo dentro da mídia especializada, que rotula como blockbuster aquele longa-metragem vazio de conteúdo, que agrada as massas, mas que é qualitativamente desprezível.

Os críticos não estão de todo errados. Esses filmes pipoca realmente abusam da boa vontade do espectador para engolir seus clichês e exageros, e acabam se tornando rapidamente esquecíveis e descartáveis, até para os menos exigentes. Mas como eu já deixei claro aqui, um filme deve pelo menos entreter. Quando eu vou assistir a um filme pipoca eu já vou com a mentalidade mais tolerante e tento me deixar levar pelo desenrolar do filme, ignorando, na medida do possível, seus furos de roteiro, seus absurdos, sua falta de mensagem e suas más atuações. Claro que o crítico não deixa nada disso passar, senão ele não seria o mais qualificado para o trabalho a que se propõe fazer.

Mas se engana o cineasta que acredita que é só jogar na tela explosões mirabolantes para se alcançar um relativo sucesso de público. Arrecadar milhões de dólares é difícil, e Hollywood enfrenta fiasco após fiasco. São necessários estímulos maiores do que fogos de artifícios em câmera lenta para tirar as pessoas dos seus confortáveis lares. Hoje, nós não somos mais facilmente impressionáveis, já que os avanços da tecnologia são corriqueiros e muitas vezes banais, e por isso a trama continua sendo a melhor aposta na hora de se oferecer entretenimento.

Recentemente assisti dois filmes que servem de perfeitos exemplos antagônicos da diferença entre um blockbuster ruim e um bom. Transformers2 foi um dos piores filmes que já vi na minha vida, enquanto Star Trek se transformou em uma agradável surpresa. Ambos seguem uma fórmula parecida: utilizam de uma franquia já consagrada, investem alto na tecnologia, seguem a linha do mocinho, bemXmal, etc, e obtêm resultados totalmente opostos.

Vamos por partes. Transformers2 é ridículo. É ridículo porque tem uma história sem pé nem cabeça, personagens nada carismáticos (na verdade eu estava torcendo pela morte de quase todos eles), uma duração excessivamente longa, uma propaganda bélica estadunidense irritante, cenas de humor escrotas e diria até preconceituosas, diálogos mal elaborados, e o que salvaria o filme, os tais efeitos especiais, só serviram pra me dar dor de cabeça. E olha que eu peguei para assistir com aquela mentalidade que já citei, apenas com a esperança de servir de distração. Pois nem isso o raio do Transformers2 foi capaz de fazer. Seu maior trunfo foi ter tido um final. Trunfo que pode ser comprometido se eles realmente ousarem fazer o 3° da série.

Se em uma foto é difícil perceber quanto robôs existem ali, imagina em uma perseguição com a camêra em insano movimento.

Já Star Trek é um filme com um roteiro divertido, com equilíbrio entre a ação, o humor e o romance, possui um ritmo acelerado, mas não de uma forma desenfreada onde não conseguimos identificar quem está em cena, boa construção de personagens… Eu poderia continuar tecendo elogios, assim como poderia continuar falando sobre os defeitos de Transformers no parágrafo anterior (já falei que odiei aquele filme?). Mas não é esse o ponto. Star Trek é um filme perfeito? Não. Merece um Oscar? Provavelmente não. Todo mundo adorou? Com certeza não. É um bom blockbuster? Sim!

A minha análise dos dois filmes está obviamente conectada com meu gosto pessoal. O que torna a análise correta, já que meu gosto é lei. Prosseguindo, Hollywood parece se perder na abundância dos seus próprios recursos, e acaba produzindo espetáculos vagos, shows pouco convincentes. Mas, se Transformers2 é mais um exemplo da falta de direcionamento – ou um mau direcionamento – da rede produtiva da 7° Arte, Star Trek é uma prova de que se é possível agradar a gregos e troianos quando o quesito é entretenimento, reunindo em um filme só um passatempo para o público e um alívio para a crítica. Então que venham mais blockbusters como Batman O Cavaleiro das Trevas, Homem de Ferro e Star Trek. Para eles, com certeza, eu pago feliz a entrada. Isso se a minha paciência não se esgotar antes.

by Lalá @LalaAlbu

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The Sims Terror

dezembro 1, 2009

E se The Sims fosse transformado em um filme de terror?

Aqui está um trailer do longa. Eu, com certeza, estaria na estreia

Ei, cadê a escada?

Só quem já jogou pra entender.

by Lalá

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-Eu vi nesse blog aqui ó: Deixe o tempo passar

- O original no College Humor

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Concurso de Fotografia da National Geographic

novembro 27, 2009

A cada ano a National Geographic faz um concurso que reúne milhares de fotos espetaculares vindas de pessoas de todo o mundo.  O concurso deste ano ainda está em andamento, sendo que os vencedores de cada categoria (Pessoas, Paisagens e Animais) serão anunciados no início de dezembro. As fotografias são escolhidas por uma comissão julgadora, mas também há um prêmio para o mais votado pelo público.

As imagens são lindas, de tirar o fôlego, possuidoras de uma sensibilidade singular, criativas e, enfim, valem com certeza uma espiada.

Para ver algumas imagens ampliadas, clique aqui.

Já para votar no National Geographic’s International Photography Contest 2009, clique aqui.

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- Não coloquei uma foto no post porque eu queria deixar todo mundo curioso. E também tem o detalhe que o pessoal do concurso leva os direitos autorais bem a sério… Responsabilidade jurídica, você vê por aqui.

-  “O fotógrafo caça, a fim de descobrir visões até então jamais percebidas.”  Vilém Flusser

by Lalá @LalaAlbu

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